31 maio 2011

SE JESUS CRISTO HOUVESSE CASADO, PODERIA TER NASCIDO UMA RAÇA SUPERIOR, DIZ MARCO FELICIANO

Veja esta pérola de um dos maiores teólogo do Brasil o PhD em teologia Pr. Marco Feliciano. A afirmativa deste douto teólogo é no mínimo risível. Aponta para uma total ignorância bíblica e teológica.

Em primeiro lugar O Senhor Jesus nunca se casaria, pois, não foi para este fim que Ele se encarnou. Não que o casamento fosse algo impuro, mas não estava no escopo da obra salvadora do Senhor Jesus. Ele veio especificamente para a finalidade da salvação. Assim sendo, especular sobre um possível casamento do Senhor e uma possível geração de filhos é algo esdrúxulo e impróprio quanto a Cristo. Tais sandices não passam de delírios dos desocupados e inúteis dentro do Reino de Deus.

Em segundo lugar o douto teólogo afirma que o cromossomo X veio de Maria e o Y não era humano o que leva a crer que na encarnação Jesus Cristo era um ser híbrido, meio homem e meio super homem ou meio homem e meio Deus. Se assim fosse esse ser híbrido, mais do que homem, nunca seria o salvador de que tanto a raça precisava e ao mesmo tempo seria a grande frustração de Deus o Pai, pois, a ofensa da raça humana continuaria existindo e a encarnação teria sido inócua. Vamos entrar um pouquinho em teologia elementar. Se a encarnação houvesse acontecido conforme explicou Marco Feliciano, a salvação da raça humana seria uma impossibilidade, pois, um ser totalmente diferente do humano seria seu representante ou vigário, o que não serviria para quitar a dívida da humanidade com o Criador, pois, somente um homem completamente homem deveria se apresentar a Deus e saldar a dívida oriunda no Éden, pois, foi o homem que ofendeu o Criador e gerou uma dívida eterna, pois, a ofensa foi contra um Deus eterno. Daí termos uma impossibilidade teológica na afirmação do PhD em teologia.

Em terceiro lugar a afirmação descabida do M. F. aponta para uma supra humanidade de Cristo como se ela tivesse sido superior à humanidade criada por Deus. A idéia que a humanidade de Cristo era pré-existente ou superior anula em 100% a obra do Calvário. A História da Teologia vem discorrendo ao longo de quase 2000 anos que a humanidade de Cristo não existia antes da encarnação, mas que foi gerada pelo Espírito Santo no ato da encarnação. Não podemos confundir imagem e semelhança de Deus com natureza humana do verbo.

Em quarto lugar a afirmação descabida de M. F. seria a maior frustração de Deus o Pai. De que adiantaria uma encarnação para salvação se o ser encarnado fosse superior à raça que havia pecado contra Ele? Deus não poderia aceitar a morte deste ser alienígena à raça humana como substitutiva no Calvário. A raça humana ainda estaria sem salvação e Deus teria esgotado suas possibilidades de salvação, pois, a salvação somente se realizaria e se realizou mediante a encarnação. Não existe outra forma de salvação senão aquela que passe necessariamente pela encarnação do Verbo. Deus não poderia salvar através de um ato deliberado de Sua Soberana vontade a raça humana, pois, sua justiça não seria satisfeita e nós nunca seríamos justificados diante dEle, por isso, o Verbo se encarnou e cumpriu toda lei.

Em quinto lugar o cromossomo X de Maria foi preservado da contaminação do pecado de Adão e por isso, Cristo não participou da culpa do pecado do primeiro homem. Ele foi sem pecado desde seu nascimento. Temos a péssima idéia de achar que o homem é o que conhecemos hoje. Hoje, após o pecado de Adão, nós como raça somos menos homens do que o original. Somos raça corrompida e totalmente contaminada pelo pecado. Assim sendo, não correspondemos ao modelo exato da criação. Somos criação corrompida. Como a encarnação foi proporcionada pelo Espírito Santo, a natureza humana de Cristo foi totalmente preservada da contaminação do pecado. Cristo é cabeça de uma nova humanidade. Ele é o segundo Adão. A nossa posição em Cristo é superior a de Adão antes da queda.

Em sexto lugar o cromossomo Y que não veio de Maria só podia 100% humano e nunca supra humano, para que fosse gerado uma natureza 100% humana. O Concílio de Calcedônia em 451 já afirmava que "Seguindo então, aos Santos Padres, unanimemente ensinamos a confessar um solo e mesmo Filho: nosso senhor Jesus Cristo, perfeito em sua divindade e perfeito em sua humanidade, verdadeiro Deus e verdadeiro homem (composto) de alma racional e de corpo, consubstancial ao Pai pela divindade, e consubstancial a nós pela humanidade, similar em tudo a nós, exceto no pecado, gerado pelo Pai antes dos séculos segundo a divindade, e, nestes últimos tempos, por nós e por nossa salvação, engendrado na Maria virgem e mãe de Deus, segundo a humanidade: um e o mesmo Cristo senhor unigênito; no que têm que se reconhecer duas naturezas, sem confusão, imutáveis, indivisas, inseparáveis, não tendo diminuído a diferença das naturezas por causa da união, mas sim mas bem tendo sido assegurada a propriedade de cada uma das naturezas, que concorrem a formar uma só pessoa. Ele não está dividido ou separado em duas pessoas, mas sim é um único e mesmo Filho Unigênito, Deus, Verbo, e Senhor Jesus Cristo como primeiro os profetas e mais tarde o mesmo Jesus Cristo o ensinou que si e como nos transmitiu isso o símbolo dos padres". Em momento algum houve qualquer insinuação que Cristo fosse super humano.

Assim sendo, as afirmações do excelente PhD em teologia M. Feliciano somente expressa sua incapacidade teológica e bíblica. Cabe a nós expurgarmos tais conceitos de nossas vidas.

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza



21 maio 2011

NÃO SOMOS ILHAS



Foto imagem 'Ilha Particular'
Vivemos um dos piores momentos de isolamento na história da raça humana. Apesar de sermos quase 7.000.000,00 de pessoas habitando o planeta, nos vemos ilhados em nossos pequenos mundos, hermeticamente fechados para outros. Vários fatores contribuíram para tal isolamento, dentre eles encontramos o acelerado desenvolvido das diversas tecnologias de comunicações. Com o advento da televisão tivemos um êxodo das pessoas das praças e ruas, onde o convívio era regular e até certo ponto libertador para dentro de suas residências, aprisionadas diante de imagens e sons. Com isso deixamos as ruas livres para que aumentassem o numero de assaltos e violências diversas. Mesmo dentro de casa assistindo a mesma televisão iniciou-se um processo de distanciamento. Com o aumento do poder aquisitivo das famílias em cada quarto uma televisão passou a capturar o tempo e espaço das famílias. Na década de 80 tivemos aquilo que Alvin Tofller chamou de a Terceira Onda, a era dos chips. A informática invade empresas, escolas, lares e provoca outra avalanche de afastamento entre as pessoas. Agora, em muitos lares, seus participantes se comunicam através de e-mails, MSN, webcam etc. O tempo gasto diante do computador roubou momentos de comunhão e vida nos lares. Experimentamos uma geração com extrema dificuldade de relacionamento, que se expressa com péssima qualidade e com um grau de cultura que deixa a desejar. Todos voltados para si mesmos, senhores de seus pequenos mundos e frios em seus relacionamentos.

Por estarmos distantes um dos outros forjamos uma geração que percebe a vida como se ela tivesse iniciado agora. Perdeu-se o nexo histórico e os valores que nos trouxeram até aqui. Como o capitalismo impera então os valores vividos atualmente seguem a lógica do mesmo. Consumo, prazer e um tremendo vazio de alma. Só que isto não alimenta o interior do homem por muito tempo. A vacuidade mostrará sua face negra a uma geração impotente para vencê-la. Temos um aumento assustador da Síndrome do Pânico no meio dos adolescentes, aumento da depressão nas mais diversas faixas etárias e uma insuficiência por parte da ciência para ajudar a libertar aqueles que estão presos em suas malhas.

Não somos ilhas autos suficientes. Não nos bastamos para nós mesmos. Precisamos urgentemente resgatar o senso de interdependência e atrairmos valores para nossas existências.

A igreja sente este impacto do isolamento e isso se percebe no nível de relacionamento entre seus membros. Cada um preocupado com seus problemas, angústias e saídas. Não nos preocupamos mais com nossos semelhantes a ponto de parar nosso ritmo frenético existencial e olharmos para o lado com as mãos estendidas. Como prestarmos culto a Deus se não conseguimos um nível mínimo de comunhão entre nós? O culto público, a reunião solene dos santos somente tem valor e significado dentro da vivência da fé em comunidade. Fé individualista e pessoal não cabe no culto solene. Ali importa mais sairmos de nossos casulos existências e nos estendermos para nosso irmão e cultuarmos Aquele que não existe em solidão eterna, mas sim em uma santa e vívida comunhão.

O mundo vive só. O mundo provoca a solidão. O mundo faz do homem uma ilha.

A Palavra de Deus nos chama a sairmos de nós mesmos e em amor encontrarmos nosso irmão. A Palavra diz que em Ef. 5:19 “Falando entre vós em salmos, e hinos, e cânticos espirituais; cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração”, em Col. 3:16 “A palavra de Cristo habite em vós abundantemente, em toda a sabedoria, ensinando-vos e admoestando-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, cantando ao Senhor com graça em vosso coração”, em Rom. 12:15 “Alegrai-vos com os que se alegram; e chorai com os que choram”.

São textos que apontam para o convívio, mutualidade e vivência.

Somos desafiados pela Palavra a vencermos o isolamento.

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza

06 maio 2011

UMA NOITE SE ABATE SOBRE O BRASIL


Ontem, 05/05/2011 o Supremo Tribunal reconheceu por unanimidade a união entre homossexuais. Essa reivindicação era antiga, mas ganhou força devido ao apoio maciço, das diversas mídias, dos formadores de opinião e do governo. Este governo injetou dinheiro publico nesse segmento social, sem consultar os contribuintes, haja vista, ter sido o primeiro país no mundo a patrocinar uma parada gay. O atual governo vem tentando impor, através da educação pública, a aceitação tácita do homossexualismo, com a desculpa que precisa acabar com discriminação sexual. Entra em áreas que pertencem às famílias. Ensinar o certo e o errado é dever dos pais e o estado, no máximo, corrige os desvios. O STF legaliza a união da perversidade com a crueldade. Perverso porque legaliza a imoralidade de muitos dentre poucos, ou seja, 2% da população. Dá direitos a uma minoria que tem como fundamento somente o desejo e nunca uma constituição. Desejos particulares, não se legalizam, mas se limitam. Homossexualidade é desejo de contato físico com outro do mesmo sexo, coisa que deve ser praticada dentro de quatro paredes e nunca resguardada por leis. Nas palavras do Rev. Wayne Perriman “O ato sexual é meramente um ato físico que é na maior parte das vezes expresso na privacidade do lar. Portanto, esse ato não deve ficar sob a proteção de leis de direitos civis. Seu devido lugar de proteção são as leis de privacidade, não leis de direitos civis. As leis deveriam ser criadas para desestimular condutas criminosas, não apoiar condutas sexuais privadas”. Se assim não for, necessário se faz criar leis que privilegiem pedófilos, tarados etc., pois, são desejos do mesmo jeito. A união de centenas de pedófilos somente aumenta a pedofilia, nunca a limita. Dizer que o amor foi valorizado e respeitado com esta aprovação do STF é no mínimo infantil. Amor não é sexo e sexo não é amor. Amor, na maioria das vezes não é expresso através de sexo. Pais amam seus filhos, mas não mantêm relações sexuais com eles. Soldados morrem por seus companheiros, mas não têm relações sexuais com os mesmos.

Crueldade porque encarcerará milhares de seres humanos que poderiam lutar contra esses desejos e agora são desestimulados porque gozam da proteção do estado. Temos a triste tendência de achar que aquilo que é legal é moral. Crueldade porque impinge sobre a sociedade um comportamento que a maioria esmagadora não aceita e nem deseja. Usou-se de um subterfúgio para se aprovar uma lei que deveria ter sido discutida publicamente porque implica em usos e costumes. Nao é uso e costume da maioria a prática homossexual. Não se usa lei para impor comportamento de minorias. Vale a máxima: “A necessidade de poucos não pode prevalecer sobre a de muitos”. Todo ser humano independentemente de sua opção sexual deve ser respeitado e amado, mas não implica em concordância plena com tudo o que é praticado.

A sensação que tive, em meu espírito, é que o país mergulha em uma noite de densas trevas. Pareceu-me que um manto negro foi colocado sobre o país. Noite que não passará rapidamente. Minha percepção é que a sociedade ficou enfraquecida em sua fibra moral e que muitos se sentirão impotentes e desestimulados para continuar.

A igreja no Brasil sofre um duro golpe que será difícil de ser absorvido. Vejo-a no corner da vida tentando se reabilitar, cambaleante e atordoada buscando ar para respirar como em uma luta de boxe. Foi-lhe dada oportunidade de fazer valer os princípios de Deus para o homem, mas ela sucumbiu aos apelos de Mamon, da imoralidade e por fim se vendeu ao mundo. Descaracterizou-se completamente fazendo-se parecer com o mundo e agora não tem forças para mudar e não encontra motivos para voltar. Creio que ela foi longe demais e colherá com lágrimas os frutos dessa lassidão. Sua mensagem tem se tornado em irrelevância e seu valor seriamente questionado. Trancafiou-se dentro de suas paredes, achando que somente a adoração era a resposta às grandes questões da vida. Esqueceu-se de anunciar o puro evangelho transformador. Esqueceu-se da humildade e aceitou as honras do mundo e os prêmios dos tolos. Gerou pequenos monstros gospel, chamados de adoradores, levitas, paipóstolos, patriarcas, barbies e kens gospel etc. que comercializam o sagrado, deturpam o evangelho e recebem toda glória que não lhes é devida. Entrou em um sono letárgico e acreditando que sonhava os sonhos de Deus e em seu estupor não percebeu que vivia um grande pesadelo. Creio que ainda não acordou para a grande calamidade que dinamitou suas portas e adentrou em sua intimidade. Agora desnuda acordará em meio a esta noite e tateando tentará encontrar ponto de apoio.

Percebo o mundo espiritual em reboliço e ao mesmo tempo a igreja inócua e indiferente a tudo isso. Por sermos mais de quarenta milhões de evangélicos no país o percentual que levantou a bandeira de alerta foi ínfimo. Quem detinha o poder da mídia se omitiu vergonhosamente. Em nome de uma neutralidade idiotia deixou de cumprir seu papel profético em tempos de angústia. Colocar tranca na porta neste momento é inócuo. Resta-nos o sabor da derrota neste round. Resta-nos a triste constatação que falhamos. Restam-nos o choro e o arrependimento. Tomará que isso ocorra em tempo oportuno.

Ainda vale a Palavra de Deus expressa em II Crônicas 7:14 “E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra”.

Embora o texto seja aplicado a Israel em uma condição específica, vale seu princípio para todos nós.

Quem o Senhor tenha misericórdia de nós.

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza

02 maio 2011

FAMÍLIA - AINDA UMA GRANDE IDÉIA

















E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada”. Gn. 2:23

Alvin Tofller, um futurólogo, escreveu em O Choque do Futuro na década de 70, do século passado, que a família, como a conhecemos, sofreria pressões muito fortes, de tal maneira que se acomodaria em novos arranjos. Os casais se ajuntariam por um prazo de cinco anos e se não dessem certo dissolveriam a relação. Os filhos gerados ficariam ao encargo do estado que os encaminhariam para famílias estruturadas. Na década de 30, do mesmo século, o estado socialista tentou acabar com a família tradicional, pois, achava que era um componente do capitalismo, mas se viu obrigado a retroceder e afirmar o modelo tradicional familiar, pois, viu que os resultados não eram benéficos para a nação.

Tofler acertou quando disse que a família sofreria pressões. As diversas mídias, terapeutas, artistas e personalidades dentre outros, bombardeiam a família como se ela fosse o centro dos problemas sociais. A infidelidade conjugal e o divórcio são saudados como um processo libertador.

Mas mesmo assim ainda milhares de casais sobem aos altares de diversas igrejas e celebram o casamento e a constituição de uma nova família. Milhares de outros casais se esforçam com inteligência para que seus lares não venham a se desintegrar. Precisamos lembrar que a família tem sua origem em Deus. Deus, em Sua forma existencial, não é um ser solitário ou egoísta. Ele vive na mais perfeita comunhão com o Filho e o Espírito Santo. Assim sendo, o nosso modelo é o próprio Deus. Por mais que o homem lute contra este fato, ele ainda se impõe por si só. Família ainda é uma grande ideia. Ainda os filhos têm em seus pais os melhores modelos. O complemento do homem é a mulher e vice-versa. Ainda a família é o primeiro núcleo socializador para a criança. Ali é onde a criança aprende a respeitar as autoridades e adquirir valores duradouros para a vida.

Por termos um alto índice de divórcios, estamos vivendo, em parte, a desintegração social, quebra de valores e a banalização da vida. Deus quando idealizou a família sabia que era o melhor para a raça humana.

Quanto mais a família for bombardeada e desvalorizada mais veremos o mal crescer nas mais diversas formas. A pesquisa mostra que adolescentes que gozam da presença do pai iniciam a vida sexual mais tarde. Quando a família é valorizada os filhos sentem os resultados ao longo da vida, pois, serão mais confiantes, persistentes e equilibrados, menos propensos à depressão e saberão atuar com equanimidade diante das crises da vida. Precisamos ver a família como uma grande oportunidade de crescimento e cura. O fortalecimento e incentivo encontrados em uma família equilibrada geram crescimento pessoal e cura para muitas crises emocionais. No convívio do lar podemos adquirir princípios vencedores que nos auxiliarão nas tomadas de decisões.

Acredito que algumas posturas poderão ser assumidas pelos participantes de uma família:

  1. Valorização pessoal - Valorize os seus para si mesmo e diante dos outros.
  2. Menos crítica - Por que criticar se posso valorizar?
  3. Bom senso diante das crises - Não procure encontrar culpados, mas procure as soluções.
  4. Respeito - Podemos discordar de ideias, mas precisamos respeitar o ser humano.
  5. Perdão - Precisamos dar e receber perdão. Isso traz cura para dentro do lar.
  6. Misericórdia - Calçarmos o sapato do outro para tentar irmanar com sua dor ou crise.
  7. Amor-"Quem não demonstra que ama, realmente não ama".W. Shakespeare
  8. Lazer - Família que não têm lazer junto termina.
  9. Culto Doméstico - Trazendo Deus para nossos lares.

Famílias bem estruturadas facilitam o trabalho do estado, fortificam a malha social e trazem equilíbrio pessoal.

Família – Ainda Uma Grande Ideia.


Soli Deo Glória

Pr. Luiz Fernando Ramos de Souza