23 março 2011

HOMOSEXUALIDADE NÃO É NORMAL. NEM BENIGNA

Perita norte-americana revela: "Homossexualidade não é normal nem benigna"

WASHINGTON DC, 13 Ago. 09 / 07:58 am (ACI)

Uma enfermeira norte-americana que trabalhou durante anos no hospital da faculdade de medicina na Universidade de Stanford na Califórnia (Estados Unidos) publicou recentemente um revelador ensaio onde assinala como se veio ocultando, por razões ideológicas, as graves conseqüências para a saúde individual e pública das condutas homossexuais.

O artigo, publicado em espanhol pelo Comitê Independente Anti-AIDS, foi escrito pela enfermeira profissional Kathleen Melonakos, quem revela o que observou no mundo da saúde 30 anos depois da controvertida decisão da Associação Psiquiátrica Americana (APA) de suprimir a homossexualidade como patologia, cedendo às pressões dos grupos militantes homossexuais.

"Trabalhei como enfermeira durante vários anos nos oitenta e noventa no Centro Médico Universitário de Stanford, onde pude ver algo do dano que os homossexuais fazem a seus corpos com algumas de suas práticas sexuais", diz o artigo.

"A Co-autora de meu próprio livro de referência médica, Saunders Pocket Reference for Nurses, era a chefe do departamento de cirurgia em Stanford. Estou segura, à luz de minha experiência clínica, e como conseqüência de ter feito consideráveis estudos sobre isso desde esse momento, que a homossexualidade nem é normal nem benigna; mais ainda, é um vício letal de conduta, tal como sublinha o Dr. Jeffrey Satinover em seu livro ‘Homossexualidade e a Política da Verdade’," escreve Kathleen Melonakos.

"Por isso eu sei, não existe outro grupo de pessoas nos Estados Unidos que sofre de enfermidades infecciosas em seus quarenta e tantos anos, que o dos que praticam a homossexualidade. Isto, para mim, é trágico quando sabemos que a homossexualidade pode ser acautelada em muitos casos, ou substancialmente sanada na idade adulta quando existe suficiente motivação e ajuda".

Segundo a perita, as enfermidades às que os homossexuais ativos são vulneráveis podem ser classificadas como segue: Enfermidades clássicas transmitidas sexualmente (sífilis); enfermidades entéricas (infecções de espécies Giardia lamblia, -‘enfermidade do intestino gay’-, Hepatite A, B, C, D e citomegalovirus); trauma (que tem como conseqüência incontinência fecal, hemorróidas, fissura anal, edema penil e a síndrome de imunodeficiência adquirida AIDS).

"Minha pergunta principal é: por que a homossexualidade não é considerada uma desordem simplesmente por suas conseqüências médicas? Muito simplesmente, uma pessoa objetiva, que tão somente olhe as conseqüências de estilo de vida da homossexualidade, teria que classificá-la como algum tipo de patologia. Conduz ou não a uma vida dramaticamente recortada? Os estudos dizem que sim, alguns até o 40%, sendo o estudo Cameron só um de outros muitos estudos que sugerem isto. Tomados juntos, estes estudos estabelecem que a homossexualidade é mais mortal que o tabaco, o alcoolismo ou o vício às drogas".

Segundo a enfermeira, infelizmente "há um elemento de negação, no sentido psicológico, pelo que as enfermidades relacionadas com o mundo homossexual realmente significam".

"Existem razões sem ambigüidade –adiciona a perita– para pensar que a homossexualidade em si produz deterioração generalizada na efetividade e funcionamento social. Sim de fato é um vício letal, e os muitos estudos que documentam os patrões de conduta são corretos (mostram patrões compulsivos de promiscuidade, sexo anônimo, sexo por dinheiro, sexo em lugares públicos, sexo com menores, drogas concomitantes e abuso de drogas, depressão, suicídio), para que a APA discuta que estas características não constituem uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’, estende os limites da plausibilidade. Discutir que a morte durante a juventude não constitui uma ‘deterioração de efetividade ou funcionamento social’ é absurdo".

Fonte: http://www.acidigital.com

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza

17 março 2011

A MEDIDA DA ESPIRITUALIDADE



Para muitos uma igreja espiritual é aquela que é hiper ativa. Muito trabalho, vários ministérios e muito reboliço. Tenho visto igrejas com um calendário tão cheio de atividades que os membros não têem tempo para si mesmos ou suas famílias. Todo feriado prolongado fazem retiros, acampamentos, excursões etc. Isso somente aumenta a angústia existencial e o vazio do homem. Nem sempre o trabalho excessivo é o parâmetro para avaliarmos a espiritualidade de uma igreja.
Para outros a espiritualidade está vinculada a um conjunto doutrinário, onde se lançam em cruzadas contra demônios tentando exorcizar tudo e todos. Este tipo de comportamento é doentio e adoecedor. Tais comunidades entendem que a ênfase em batalha espiritual é o que determina o nível de espiritualidade. Ai vemos as maiores atrocidades em nome do espiritual como por exemplo: endemoninhamento de crianças, objetos de uso pessoal serem destruídos por estarem consagrados aos demônios, mapeamento espiritual de uma cidade para delimitar territórios onde o mal não pode chegar ou entrar, unções esquizofrênicas e mirabolantes como ungir o telefone celular para que somente receba mensagens boas e positivas. Esses comportamentos são regidos por conceitos distorcidos do que seja espiritualidade. Em muitos lugares os demônios sofrem agruras porque os líderes os fazem engolir chumbo fervente, encostam espadas flamejantes em suas costas etc. Em algumas comunidades se permite que algum embusteiro diga que está cheio do Espírito Santo e passe a adivinhar o número da carteira de identidade, endereço e placa de carro de membro da igreja e o povo acriticamente explode em berros achando que Deus esta nisto.
Tais comportamentos dão ibope, mas não produzem libertação nem crescimento pessoal e espiritual.
Outros acham que a espiritualidade pode ser contida dentro de regras litúrgicas ou teológicas. Nada é permitido fora dos padrões estabelecidos pela denominação. Como se tudo pudesse ser previsível. Isso acontece porque fica mais fácil o controle do sistema. Deus opera nos padrões e fora deles.
O padrão bíblico de para se medir a espiritualidade de uma igreja ou comunidade está num comportamento inspirado pelo Espírito Santo. Esse padrão o apóstolo Paulo descreve como o caminho sobremodo excelente.
O nível de manifestação de amor no meio de uma comunidade diz o quanto está é espiritual ou não.
Num mundo cuja marca é o isolamento e o individualismo exacerbado Paulo nos encoraja a termos e demonstrarmos entranháveis afetos de misericórdia.
O amor deve ser a ligadura que nos prende e transforma nossos relacionamentos.
A base para a manifestação dos dons do Espírito Santo é o amor. Onde os dons se manifestam sem o alicerce do amor, encontramos uma igreja carnal, sempre criança, haja vista, a admoestação que Paulo faz aos coríntios por não poder falar-lhes como a espirituais e sim como a carnais, mesmo possuindo efusão de dons. Podemos concluir que dons e suas manifestações não são padrão de espiritualidade de nenhuma congregação local. Os dons podem existir mesmo em um contexto de divisão, discórdia e confusão.
Mais do que nunca precisamos embasar nossa espiritualidade naquilo que realmente pode impactar o mundo, o amor (pelo amor conhecido é o cristão). Isso não implica em um ecumenismo doutrinário com aqueles que distorcem a Sã Doutrina.
Na igreja primitiva o que mais atraia as pessoas era o nível de relacionamento existente dentro dela. Apesar existirem conflitos e desacordos a prevalência era o amor. A ordem havia sido invertida. Um escravo durante a semana era o pastor no domingo e o Senhor de escravos era o diácono no domingo. Isso era algo inconcebível para aquela sociedade.
No entanto, foi com esse padrão de maturidade, amor que a igreja prevaleceu durante os anos posteriores.

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza



09 março 2011

DEUS É SOBERANO



"O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza, e o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo em quem me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu alto refúgio." Sl. 18:2

Deus é soberano. Isto implica que tudo está debaixo do seu governo. Ele a tudo controla e dirige de acordo com seus propósitos. Sua soberania se estende desde as coisas criadas até os homens e seres espirituais.
Disse o Senhor Jesus Cristo que nenhuma folha de árvore cai sem que o Pai não sabia. Isto implica que todos os eventos de nossa história de vida estão em suas mãos. Nada nos pode acontecer sem que Ele o tenha permitido. Tudo está debaixo de Seu controle soberano. Ate o mal está limitado pelo poder soberano de Deus.
Tenho ouvido muitas pregações que dão ao Diabo um poder quase divino. Nestas pregações o Diabo faz e acontece, como se ele pudesse agir independentemente. Ele leva e tira as coisas dos cristãos e arrasa com suas vidas. O maior exemplo cantado desta heresia está na música Restitui. Como se o diabo tivesse o poder de tirar algo que pertence ao cristão independentemente da soberania de Deus. O Diabo somente pode agir dentro das limitações que Deus impõe. Precisamos lembrar que Deus é exclusivo e único. Fora Dele não há outro. Essa foi a máxima do shemá judaico: "Ouve, Israel, o SENHOR nosso Deus é o único SENHOR". Det. 6:4. Não somos maniqueista. Não existe um Deus do bem e outro do mal. Existe somente um Deus e este é o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Fora dEle operam suas criaturas quer sejam homens ou anjos e todos operam debaixo da Sua vontade.
Muito se tem dito, nestes dias, sobre a possibilidade de uma escalada mundial do terrorismo. Cada vez que vemos um telejornal ficamos com a sensação de impotência e abate sobre nós um medo inexplicável. Parece que tudo só depende e esta circunscrito ao poder das grandes nações e dos terroristas. Paira sobre a humanidade a Espada de Dâmocles em forma de uma guerra química e bacteriológica ou ações terroristas globais, onde nenhum ser humano estaria a salvo.
Esquecemo-nos que o Senhor está assentado sobre um alto e sublime trono. Esquecemo-nos que todo o curso da história esteve, está e estará nas mãos de Deus. Que não sobe ao governo de qualquer país e também não sai dele um governante sem que Deus o tenha permitido. Afirmo, e essa é minha convicção, que o mundo árabe com todo seu radicalismo está sujeito à vontade soberana de Deus. Que o Senhor nosso Deus conduz o curso da história para seus propósitos superiores. Que nenhum movimento terrorista poderá anular o Senhorio de Cristo sobre tudo e todos.
Diz-nos a Palavra de Deus em Is. 12:2 "Eis que Deus é a minha salvação; eu confiarei e não temerei porque o Senhor, sim o Senhor é a minha força e o meu cântico; e se tornou a minha salvação".
Se o cabelos da minha cabeça estão contados, eu preciso me alegrar e exultar no Deus da minha salvação e não abrigar medo em meu coração.
Se tudo está nas mãos de Deus e "todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus", até a morte tem seu fim proveitoso dentro dos propósitos santos e justos de Deus.
Portanto, continuemos a trabalhar, cuidar de nossas famílias, estudar e formar, buscar novas oportunidades de empregos, enfim, continuemos a viver diante de Deus, levando tudo a Ele em oração.
"Espera tu pelo Senhor; anima-te e fortalece o teu coração; espera, pois, pelo Senhor". Sl. 27:14

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza