22 agosto 2016

DVDs SERMÕES - VENCENDO AS LUTAS I - II


ESTÁ À DISPOSIÇÃO DVDs DE PREGAÇÕES REALIZADAS NA IGREJA BATISTA DA ALIANÇA - BH. 
OS TEMAS SÃO: VENCENDO AS LUTAS - 1
                                VENCENDO AS LUTAS - II
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11 agosto 2016

Grande Comissão: Todos Devem Ir?

Grande Comissão: Todos Devem Ir?


Parece ser uma ordem tão simples! “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mateus 28.19). Mas quem exatamente deve ir? Alguns têm sustentado que a ordem de Jesus para ir e fazer discípulos era apenas para os apóstolos originais e que a Grande Comissão foi, subsequentemente, cumprida por aqueles apóstolos. Mas era impossível que uma tarefa tão grandiosa fosse completa por apenas onze homens. E a promessa de que Jesus estaria com eles “até a consumação dos séculos” implica que a validade da sua comissão se estenderia para além do tempo de vida dos apóstolos. Se é assim, a igreja herdou essa comissão dos apóstolos. E é a responsabilidade da igreja obedecer a ordem de Cristo até que ele venha outra vez.
É importante observar que a comissão de Cristo para ir e fazer discípulos é dada à igreja como um todo, não apenas a cristãos em particular. É comum enxergar a Grande Comissão como uma ordem para que cada cristão em particular se envolva em evangelização. E algumas missões têm advogado que, a menos que você tenha um chamado específico para permanecer em sua terra natal, você deve se tornar um missionário transcultural em obediência à Grande Comissão. Por mais bem intencionadas que essasperspectivas possam ser, elas erram o alvo ao deixar de pôr a ordem Cristo no contexto do ensino do Novo Testamento acerca do corpo de Cristo.
O apóstolo Paulo escreveu: “Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros, tendo, porém, diferentes dons segundo a graça que nos foi dada” (Romanos 12.4-6). Embora cada cristão tenha um papel a desempenhar na Grande Comissão, nem todos nós temos o mesmo papel.
Certamente, há alguns que têm o papel de missionários, evangelistas, pastores, ou mestres da Bíblia. E alguns irão para o outro lado do planeta para cumprir esses papéis. Há uma imensa necessidade no mundo hoje de missionários transculturais, e o campo missionário é um lugar fantástico para servir a Cristo. Mas não é para todo mundo.
Quando Jesus disse: “Ide”, ele não estava ordenando que todos os seus discípulos fossem para o exterior. Logo antes de sua ascensão, Jesus foi bastante específico acerca dos pontos geográficos aonde ele esperava que seus discípulos fossem. Ele lhes disse: “E sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (Atos 1.8). Jesus e os seus discípulos estavam em Jerusalém quando ele disse essas palavras. Jesus queria que eles começassem a dar testemunho da sua vida, morte e ressurreição ali mesmo onde eles estavam – em Jerusalém.
Mas eles não deveriam parar ali. Alguns deles iriam para as outras partes da Judeia, compartilhando o evangelho com outros judeus. Mas outros iriam cruzar fronteiras culturais e religiosas, fazendo discípulos em Samaria. E, mais além, alguns dos discípulos de Jesus iriam aos confins da terra, fazendo discípulos em lugares que eram completamente distintos de sua terra natal.
Jesus tinha certeza de que alguns dos seus discípulos iriam até os lugares mais remotos da terra. Mas ele não vislumbrava todos os seus discípulos descendo de barco para alguma área longínqua do mundo. O Novo Testamento põe uma ênfase muito maior na fidelidade diante da situação em que nos encontramos do que numa viagem física. Como escreve o apóstolo Paulo: “Procureis viver quietos, e tratar dos vossos próprios negócios, e trabalhar com vossas próprias mãos, como já vo-lo temos mandado;para que andeis honestamente para com os que estão de fora e não necessiteis de coisa alguma” (1Tessalonicenses 4.11-12, ARC).
Embora nem todos nós viajaremos pelo globo para compartilhar o evangelho nem ensinaremos e batizaremos em nossa igreja local, isso não significa que nós não possamos estar envolvidos no “ide” da Grande Comissão. Assim como os discípulos originais que estavam em Jerusalém, nós buscamos viver com fidelidade no lugar em que nos encontramos, “estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós” (1Pedro 3.15). E, a despeito da nossa condição de vida, sempre há algum modo de tomarmos nossa parte em fazer discípulos de todas as nações.
Para os que estão começando, podemos aprender sobre evangelização e missões. Leia uma biografia missionária, como a história de Adoniram Judson ou John Paton. Descubra quais missionários a sua igreja apoia. Inscreva-se na lista de correspondência deles, leia os pedidos de oração em suas cartas, e ore por eles. Apoie missionários financeiramente.
Lembre-se também de que, em nosso mundo globalizado, as pessoas estão viajando como nunca antes e as nações estão vindo a nós. Saia para almoçar com um estudante estrangeiro ou acolha a família de imigrantes que se mudou para a sua rua. Fique de olho naqueles em sua igreja que possam ser bons candidatos a missionários, encoraje-os e apoie-os nessa direção.
Embora nem todos os cristãos devam “ir” no sentido físico, todos nós somos parte do corpo de Cristo e temos um papel a desempenhar. Como você “irá” hoje?
Fonte: Ministério Fiel

10 junho 2016

CIENTISTA ADMITE QUE UNIVERSO FOI CRIADO POR DEUS




Cientista admite que o universo foi criado por Deus
Michio Kaku é um cientista físico teórico de renome mundial

Kaku acredita que ele tem evidências encontradas sobre Deus em seu trabalho e diz que o universo não é um acidente

Michio Kaku é um cientista físico teórico de renome mundial. Ele publicou mais de 70 artigos em revistas de física sobre temas como a supersimetria, teoria das supercordas, supergravidade e física hadrônica. Mas a sua mais recente afirmação pode chocar o mundo da ciência e da comunidade ateia.
“Cheguei à conclusão de que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência”, Kaku diz em um vídeo produzido pela Big Think. “Para mim é claro que nós existimos em um planeta que é regido por regras que foram criadas, moldadas por uma inteligência universal e não por acaso”. A conclusão de Kaku é clara. “A solução final pode ser que Deus é um matemático”, disse Kaku. “Acredito que a mente de Deus é música cósmica. A música de cordas de ressonância através do hiperespaço de 11 dimensões”, disse.
Quanto mais os cientistas estudam o universo, mais perto eles parecem estar de Deus. Kaku acredita que ele tem evidências encontradas sobre Deus em seu trabalho e diz que o universo não é um acidente. Ele ajudou na construção da Teoria de Cordas, pioneira do universo sobre a ideia de que o universo é formado por muitas dimensões diferentes de espaço e tempo.
Teoria das Cordas é muito complexa e requer um fundo significativo na física para explicar, mas é favorecida por muitos cientistas, porque sucintamente responde a muitas das perguntas que eles têm sobre o universo. Ainda assim, essa teoria não fornece uma equação completa e satisfatória sobre o universo.
O problema da física são as leis que explicam por que o universo funciona, como faz no nível macro, mas não se aplicam ao nível micro. Einstein da física e da física quântica, tem uma lacuna entre suas explicações sobre o que os cientistas ainda não podem explicar. Por exemplo, porque é que minúsculas partículas quânticas podem se elevar dentro e fora da existência do nada? A teoria das cordas tenta fornecer uma resposta a esta pergunta.

A Criação
Enquanto trabalhava na Teoria das Cordas, Kaku, descobriu o que ele vê como evidência de que o universo é criado por uma inteligência, ao invés de meramente formada por forças aleatórias. Ele sugere sua explicação por meio do que ele chama de “primitivas tachyons semi-raio”. Não existe ainda uma explicação sucinta desta ideia de Kaku e nem do que ele está se referindo a “tachyons”, que são partículas teóricas que se desvinculam de uma outra partícula.
Kaku conclui que vivemos em um universo de estilo Matrix, criado por uma inteligência. “Cheguei à conclusão de que estamos em um mundo feito por regras criadas por uma inteligência”, disse ele. “Acredite em mim, tudo o que chamamos de ‘chance’ hoje não faz mais sentido. Para mim, é bastante claro a existência de um plano que é regido por regras que foram criadas, moldadas por uma inteligência universal e não por acaso”, confessa.
Então, isso significa que Kaku agora acredita em Deus? Sim e não. Ele não chega a se referir a uma divindade religiosa, mas para a comunidade cristã é reconfortante ver que cientistas que pesquisam os mistérios do universo estão a encontrar Deus. 
Fonte: Seara News


Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza

15 abril 2016

DOIS BATISMOS E UM SÓ HOMEM



DOIS BATISMOS E UM SÓ HOMEM
Há aproximadamente mais de 02 anos que não frequento as reuniões da ordem de pastores a qual sou filiado. Entendo que o mais importante é o padrão que une. Quando o padrão está desalinhado, convivência, comunhão e o partilhar se tornam práticas impraticáveis. Em qualquer meio o padrão é o balizador que aproxima ou afasta as pessoas. Dentro do lar isso é uma grande realidade. Em meu livro OSSO DOS MEUS OSSOS/CARNE DA MINHA CARNE, disse que quando um dos cônjuges progride muito na área cognitiva e o outro estaciona, cria-se o chamado abismo cultural que praticamente impede a comunicação eficaz. Isso impede o crescimento do casal como par.
Esta semana, mais de dois colegas pastores, entraram em contato comigo dizendo que na última reunião da ordem de pastores, um pastor disse que estaria realizando um batismo de mais de 400 crianças com idades entre cinco e nove anos e que posteriormente haveria outro batismo de confirmação.
Aqui teço comentários sobre a postura teológica e não sobre pessoas. Essas me são muito caras.
1º.  Em uma reunião de pastores que se dizem batistas, isso soa no mínimo estranho. Porque entre os batistas nunca se ouviu falar de batismo de confirmação. No entanto, com toda a diretoria da ordem reunida e mais algumas dezenas de pastores, ninguém se manifestou contra tal aberração. Isso somente demostra que quem deveria ser o primeiro a apontar o erro ou desconhece a doutrina e a teologia ou se fez conivente com tal erro. Creio que os dois. Essa demonstração de inadimplência para com a teologia é uma marca do meio onde pertenço. Grande número de pastores não é afeito aos estudos, pois, creio que entendem que cultura teológica ou qualquer outro tipo de cultura seja oposto ao agir do Espírito Santo. Isso remete toda estrutura denominacional em direção ao caos. Se a liderança se cala, o que será dos liderados? Se os liderados não se posicionam o que será das igrejas que pastoreiam? Creio que por essa e outras a igreja vem perdendo seu tempo de influenciar e valor social. Dentro de suas fronteiras o amor pela verdade não mais existe.
2º. Batista não pratica batismo infantil sem uma convicção que houve novo nascimento na criança. Uma criança de cinco anos de idade não conhece quase nada e não consegue entender praticamente nada sobre salvação e fé. Sempre foi aconselhado a esperar uma idade onde o mínimo de maturidade se apresente para que se batize uma criança. A prática de batizar crianças vem da igreja Católica Romana que acredita que o batismo faz parte do processo de salvação. Para a igreja Católica Romana o batismo introduz a criança na igreja e ela inicia sua fé e vida cristã. Para os católicos o batismo liberta a criança do pecado original.
Também pratica o batismo infantil nossos irmãos presbiterianos. Esses se fundamentam na Teologia do Pacto. Não entrarei na Teologia do Pacto, pois já é de conhecimento de todos nós. Mas pelo menos os presbiterianos possuem um arcabouço teológico que os levam a essa pratica.
Agora falar de batismo infantil para batistas é afrontar todos os fundamentos. Isso é inconcebível em todos os sentidos. O excelente livro do Dr. William Carey Taylor – Batismo Bíblico – é uma joia preciosa que esclarece profundamente esse assunto. Portanto, propor batismo para 400 crianças em um programa de igreja e igreja batista deveria receber a mais veemente repulsa por parte da liderança da denominação. Isso não acontecerá em hipótese alguma, com certeza.
3º. A Bíblia fala de um só batismo.
Em Ef. 4:5 o apóstolo Paulo inspirado pelo Espírito Santo disse:Um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Não temos autorização
neo-testamentária para praticarmos dois batismos em uma só pessoa. Mas você estar se perguntando: “E quando um cristão batizado por aspersão ou efusão é batizado novamente em uma igreja batista?". Respondo que nós batista praticamos o novo batismo para aqueles que não foram batizados por imersão. Para nós batistas a única forma de batismo é por imersão, por isso rebatizamos cristãos.
Este texto de Ef. 4 fala de um grande tema ou tema maior que a unidade da igreja. Particularmente nos vers. 4-6 fala sobre as fontes da unidade. Paulo fala sobre um só corpo, um Espírito, um Senhor, uma Fé, um Batismo e um Deus. Então o batismo é uma das fontes desta unidade. Antes do batismo acontecer, Paulo diz que um Espírito age na formação do corpo que é reflexo da aceitação de um só Senhor, Jesus Cristo, através da fé e todos os que são membros do corpo compartilham de um só batismo. O que Paulo escreveu era sobre o batismo como confissão de fé em Jesus Cristo. O batismo no vers. 5 refere-se ao batismo em água, o meio comum usado no Novo Testamento para que um crente faça confissão pública de Jesus como seu Salvador e Senhor.  O batismo em água tinha uma grande importância na igreja primitiva, não como meio de salvação ou benção especial senão como testemunho de identidade e de unidade com Jesus Cristo. Aqueles que graças a um Senhor estão unidos em uma fé, testificam dessa unidade em um batismo.  Este era um dos principais aspectos do batismo neo-testamentário.
O que dizer de crentes descerebrados que ao fazerem uma viajem a Israel aceitam um rebatismo no rio Jordão como se fosse algo sobrenatural e milagroso? NADA.
3º. Fico boquiaberto em saber que ainda no sec. XXI pastor batista proponha tal aberração e prática. Isto é coisa ultrapassada diante de tantos estudos já consagrados por nós batistas. Mas acredito que nossa denominação esteja em verdadeira implosão. Veja os dois artigos que escrevi sobre a CBN em meu blog. para acessar clique em cima dos títulos.
(A DESCONSTRUÇÃO DE UMA DENOMINAÇÃO - CBN – Convenção Batista Nacional - UMA DENOMINAÇÃO QUE SE IMPLODE – CBN (Convenção Batista Nacional). Nada será feito para banir essa heresia porque além de pastores batistas estarem presentes e também o presidente da ordem o silêncio falou mais forte, a covardia imperou e a indiferença reinou. Creio que não resta muita coisa a ser feita diante deste quadro deteriorante. O que mantem uma denominação unida e vigorosa são seus fundamentos doutrinários e teológicos, mas estes estão se esboroando diante de todos nós. Fico me perguntando o que aprendem nossos seminaristas? Que formação denominacional encontram em nossos centros acadêmicos formadores de opinião? Pergunto: São formados em tais seminários pastores batistas?
4º. O que deveria estar melhorando, está piorando. Pouco tempo atrás conversava por telefone com um dos fundadores da CBN, hoje falecido, e lhe dizia que por não haverem forjado lideranças fortes e saudáveis a denominação não tinha futuro. Ele me disse que não tiveram tempo hábil, pois renovação espiritual explodiu em todo país rapidamente. Ele tinha toda razão. O crescimento foi realmente explosivo e trouxe consigo os problemas que vivenciamos hoje. Centenas de igrejas e algumas enormes, com um arcabouço doutrinário e teológico fraquíssimo. Pastores mais interessados no crescimento quantitativo em detrimento do qualitativo. Seminários em bancarrota formando obreiros disfuncionais. Sim, piora o quadro denominacional porque as novas lideranças são inaptas para conduzir e fortalecer aquilo que os primeiros lutaram tanto para estruturar. E o assunto abordado nesta postagem exemplifica claramente a deterioração denominacional. 
Por fim, fica minha frustração com o nível de Evangelho praticado em nossas igrejas. Nossos pastores crendo em fantasias e contos de fadas. Dizendo coisas sem cabimento e praticando algo espúrio em suas igrejas.
Rejeito estes comportamentos. Rejeito este arcabouço mental vivido por estas lideranças. Rejeito trocar o ministério recebido de Deus por um prato de lentilhas. Rejeito me igualar com tais lideranças.
Deus tenha misericórdia de todos nós.

Soli Deo Gloria

Pr. Luiz Fernando R. de Souza